"> Dólar e ouro sobem e Ibovespa sobe

 

Economia - 01/10/2026 - 17:07:58

 

Dólar e ouro sobem e Ibovespa sobe

Dólar PTAX sobe 0,52% a R$ 5,2073 e Ibovespa avança 0,27% no primeiro pregão de outubro

 

Da Redação .

Foto(s): Arte @HORA

 

Fechamento de 1º de outubro de 2026: PTAX compra a R$ 5,2073 e venda a R$ 5,2079, ambas com alta de 0,52%; Ibovespa encerra em 187.253,47 pontos, com alta de 0,27%. Ouro por grama sobe 0,84% após mínima do período; mercado chinês segue fechado por feriado nacional.

Fechamento de 1º de outubro de 2026: PTAX compra a R$ 5,2073 e venda a R$ 5,2079, ambas com alta de 0,52%; Ibovespa encerra em 187.253,47 pontos, com alta de 0,27%. Ouro por grama sobe 0,84% após mínima do período; mercado chinês segue fechado por feriado nacional.

No fechamento de 1º de outubro de 2026, primeiro dia útil do mês e do quarto trimestre, a taxa PTAX de compra do dólar comercial foi fixada em R$ 5,2073 e a de venda em R$ 5,2079, após divulgação do Banco Central. O Ibovespa encerrou o pregão da B3 às 17h com 187.253,47 pontos. Os dois indicadores apresentaram variação positiva em relação ao fechamento de 30 de setembro, quando a PTAX de compra ficou em R$ 5,1803 e o índice de ações em 186.752,25 pontos.

No dia, o dólar comercial reverteu a queda de 0,76% registrada no pregão anterior. O índice DXY, que mede a moeda americana contra seis divisas, operou entre 101,2 e 101,9 pontos e acumulou alta de cerca de 2% no mês de setembro. Nos Estados Unidos, os pedidos iniciais de seguro-desemprego da semana ficaram em 197 mil, abaixo da expectativa de mercado de 201 mil. O rendimento do título do Tesouro de 10 anos atingiu máxima em 24 anos, e autoridades do Federal Reserve se pronunciaram durante a semana sobre o ritmo da política monetária. No mercado de energia, o petróleo Brent operou acima de US$ 96 o barril e o WTI perto de US$ 90; a China suspendeu exportações de derivados de petróleo, e o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã não foi mantido, segundo relatos de mercado. As ações da Petrobras foram influenciadas pela variação do petróleo. No cenário doméstico, o IPC-S da quarta quadrissemana de setembro subiu 0,67%, com acumulado em 12 meses de 3,95%; o Índice de Confiança Empresarial da FGV recuou 1,2 ponto em setembro, para 89,3 pontos. Pesquisas eleitorais e discussões fiscais também foram citadas por operadores como itens de acompanhamento.

O ranking oficial das cinco maiores altas e das cinco maiores baixas do Ibovespa não foi disponibilizado no fechamento em razão da instabilidade do sistema da B3, informada à época. No período intradiário, papéis ligados a petróleo operaram em alta, enquanto ações de mineradoras, entre elas a Vale, operaram em queda sem a referência de negociação da China.

No mercado de metais preciosos, o ouro comercial no Brasil foi cotado a R$ 698,2167 na compra e R$ 698,2971 na venda por grama, com alta de 0,84% em ambos os lados. O ouro spot internacional fechou em US$ 4.170,79 a onça, com alta de 0,33%. A prata na Comex encerrou o dia com alta de 1,04%, a US$ 60,725 a onça. A China permaneceu com os mercados fechados por causa do feriado nacional, que se estende de 1º a 7 de outubro, sem referência de negociação para minério de ferro e outros commodities. Dados do World Gold Council indicam que o Banco Popular da China completou 22 meses consecutivos de compras de ouro, com adição de 20,2 toneladas em agosto, a maior inclusão mensal desde outubro de 2023, elevando as reservas oficiais para 2.387 toneladas. Entre janeiro e agosto de 2026, a China importou 1.077 toneladas de ouro, volume anualizado o maior em 11 anos. Fluxos de entrada em ETFs de ouro também foram registrados em agosto e setembro. Analistas associaram esses fluxos à sustentação do preço do metal em torno de US$ 4.000 a onça.

Análise do último mês. No período de 2 de setembro a 1º de outubro de 2026, a PTAX de compra do dólar variou de R$ 5,0850, mínima em 8 de setembro, a R$ 5,2198, máxima em 29 de setembro, com alta acumulada de 1,57%. Na primeira quinzena de setembro, a taxa oscilou entre R$ 5,08 e R$ 5,13; em 14 de setembro, variou +1,53%, para R$ 5,1690. De 21 a 29 de setembro, a PTAX subiu de R$ 5,1111 a R$ 5,2198, em oito dos nove pregões. Em 30 de setembro, recuou 0,76%, para R$ 5,1803, e em 1º de outubro voltou a variar +0,52%. O ouro, por sua vez, teve recuo acumulado de 3,13% no período, de R$ 720,7507 para R$ 698,2167 a grama. O ouro spot internacional recuou 4,63%, de US$ 4.373,09 para US$ 4.170,79. A maior queda diária ocorreu em 28 de setembro, de 3,65% no preço em real e de 3,92% no spot internacional, levando o metal a US$ 4.123,38, mínima do período. Nos três pregões seguintes, o ouro variou positivamente. O Ibovespa, com fechamento de 186.752,25 pontos em 30 de setembro e 187.253,47 em 1º de outubro, somou alta de 0,27% no dia. Relatórios de mercado indicam alta do índice ao longo de setembro e do terceiro trimestre de 2026.

Resumo do Fechamento Diário (1º de outubro de 2026)

Indicador Valor de fechamento Variação diária
Dólar comercial (compra PTAX) R$ 5,2073 +0,52%
Dólar comercial (venda PTAX) R$ 5,2079 +0,52%
Ibovespa (pontos) 187.253,47 +0,27%

Variação Mensal do Dólar Comercial (PTAX)

Data Compra (R$) Venda (R$) Var. Compra (%) Var. Venda (%)
02/09/2026 5,1267 5,1273 n/d n/d
03/09/2026 5,0956 5,0962 -0,61 -0,61
04/09/2026 5,1247 5,1253 +0,57 +0,57
08/09/2026 5,0850 5,0856 -0,77 -0,77
09/09/2026 5,0973 5,0979 +0,24 +0,24
10/09/2026 5,1143 5,1149 +0,33 +0,33
11/09/2026 5,0912 5,0918 -0,45 -0,45
14/09/2026 5,1690 5,1696 +1,53 +1,53
15/09/2026 5,1484 5,1490 -0,40 -0,40
16/09/2026 5,1520 5,1527 +0,07 +0,07
17/09/2026 5,1515 5,1521 -0,01 -0,01
18/09/2026 5,1569 5,1575 +0,10 +0,10
21/09/2026 5,1111 5,1117 -0,89 -0,89
22/09/2026 5,1155 5,1161 +0,09 +0,09
23/09/2026 5,1408 5,1414 +0,49 +0,49
24/09/2026 5,1789 5,1795 +0,74 +0,74
25/09/2026 5,1985 5,1991 +0,38 +0,38
28/09/2026 5,2126 5,2132 +0,27 +0,27
29/09/2026 5,2198 5,2204 +0,14 +0,14
30/09/2026 5,1803 5,1809 -0,76 -0,76
01/10/2026 5,2073 5,2079 +0,52 +0,52

Variação Mensal do Ouro Comercial (por grama)

Data Compra (R$) Venda (R$) Var. Compra (%) Var. Venda (%) Ouro Spot (US$/oz)
02/09/2026 720,7507 720,8351 n/d n/d 4.373,09
03/09/2026 735,7205 735,8071 +2,08 +2,08 4.491,14
04/09/2026 731,1599 731,2455 -0,62 -0,62 4.437,45
08/09/2026 718,2203 718,3051 -1,77 -1,77 4.393,38
09/09/2026 720,7721 720,8569 +0,36 +0,36 4.398,22
10/09/2026 717,9980 718,0823 -0,38 -0,38 4.366,40
11/09/2026 715,2571 715,3414 -0,38 -0,38 4.369,49
14/09/2026 712,4742 712,5569 -0,39 -0,39 4.287,02
15/09/2026 710,0262 710,1090 -0,34 -0,34 4.289,29
16/09/2026 720,7611 720,8590 +1,51 +1,51 4.351,19
17/09/2026 723,6269 723,7112 +0,40 +0,40 4.368,92
18/09/2026 722,1538 722,2378 -0,20 -0,20 4.355,59
21/09/2026 714,2398 714,3236 -1,10 -1,10 4.346,50
22/09/2026 711,8703 711,9538 -0,33 -0,33 4.328,26
23/09/2026 707,7093 707,7919 -0,58 -0,58 4.281,99
24/09/2026 708,4679 708,5499 +0,11 +0,11 4.255,17
25/09/2026 717,2323 717,3151 +1,24 +1,24 4.291,60
28/09/2026 691,0513 691,1308 -3,65 -3,65 4.123,38
29/09/2026 697,4613 697,5414 +0,93 +0,93 4.155,81
30/09/2026 692,3684 692,4485 -0,73 -0,73 4.156,90
01/10/2026 698,2167 698,2971 +0,84 +0,84 4.170,79

(*) Com informações das fontes: Banco Central do Brasil (taxa PTAX e cotação do ouro), B3 (Ibovespa), Refinitiv, InfoMoney, Valor Econômico, Agência Brasil, Reuters, Morningstar/Dow Jones, World Gold Council.

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