"> Orlando Morando defende mudanças na legislação para acabar com “porta giratória” do crime

 

Politica - 20/08/2026 - 21:39:12

 

Orlando Morando defende mudanças na legislação para acabar com “porta giratória” do crime

 

Da Redação com agências

Foto(s): Divulgação / Arquivo

 

No Cosecurity Experience, Orlando Morando apresenta resultados do Smart Sampa e defende mudanças na legislação penal para reduzir a impunidade e combater a “porta giratória” do crime.

No Cosecurity Experience, Orlando Morando apresenta resultados do Smart Sampa e defende mudanças na legislação penal para reduzir a impunidade e combater a “porta giratória” do crime.

Durante Cosecurity Experience, ex-secretário de Segurança Urbana de São Paulo destacou avanços da tecnologia do programa Smart Sampa no combate à criminalidade e defendeu mudanças no Código Penal, revisão da audiência de custódia e redução da maioridade penal

O ex-secretário de Segurança Urbana de São Paulo e candidato a deputado federal Orlando Morando defendeu mudanças na legislação brasileira para tornar mais efetivo o combate à criminalidade e evitar a chamada “porta giratória” do crime, em que criminosos presos pelas forças de segurança retornam rapidamente às ruas. A declaração foi feita nesta quarta-feira (19), durante o Cosecurity Experience, em São Paulo, onde Morando falou sobre seu trabalho à frente do Smart Sampa e defendeu que os avanços em tecnologia e inteligência sejam acompanhados por uma legislação penal mais rigorosa.

Morando participou do painel “Segurança – Além das Câmeras”, que reuniu especialistas e profissionais da área para discutir os novos caminhos da segurança pública, com foco em tecnologia, inteligência e integração. Durante o debate, o ex-secretário apresentou a experiência acumulada à frente do Smart Sampa, sistema de videomonitoramento inteligente da Prefeitura de São Paulo que chegou a 50 mil câmeras conectadas e apresenta resultados expressivos: mais de 3.000 foragidos da Justiça presos, mais de 6.000 criminosos detidos em flagrante e outros 3.400 veículos apreendidos.

“A tecnologia é fundamental, mas ela sozinha não resolve a segurança pública. Nós investimos, colocamos câmeras nas ruas, usamos inteligência para identificar o criminoso e ajudamos as forças de segurança a prendê-lo. O que não podemos aceitar é que, depois de todo esse trabalho, o sistema funcione como uma porta giratória e esse criminoso volte para a rua. O Brasil precisa ter coragem para mudar o Código Penal, rever a audiência de custódia, reduzir a maioridade penal e endurecer a legislação contra quem insiste em cometer crimes. Não adianta só modernizar a forma de prender. Precisamos modernizar as leis para acabar com a impunidade”, afirmou Orlando.

Luciano Caruso, cofundador da CoSecurity, destacou o potencial da integração entre o poder público e a rede privada de câmeras para ampliar a capacidade de monitoramento e resposta das forças de segurança. “Acreditamos muito no conceito de segurança colaborativa para prevenir crimes, identificar ocorrências e contribuir com o trabalho das forças de segurança. Uma rede integrada para tornar nossas cidades mais seguras”, disse.

O Cosecurity Experience reuniu representantes do poder público, especialistas, executivos e profissionais do setor para discutir os impactos da tecnologia e os novos caminhos da segurança pública e privada. Ao longo da programação, os painéis abordaram temas como inteligência artificial aplicada à segurança, integração de sistemas e forças de segurança, uso de dados e imagens no combate à criminalidade, inovação tecnológica e os desafios para transformar informação em ações efetivas de proteção à população.

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